A Caminho da Luz – A Índia

Oi pessoal! No post de hoje vamos continuar com os estudos dos povos constituídos principalmente pelos espíritos de Capela. No post anterior, falamos um pouco a respeito dos egípcios, e hoje é a vez do povo hindu. (Adquira seu exemplar de A Caminho da Luz pela Amazon ou Livraria da Travessa)

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O povo hindu foi um dos primeiros a se organizar em sociedade, sendo mais recente, apenas, que a civilização chinesa. Esse povo guardou as lembranças da palavra do Cristo em seus livros sagrados, os Vedas, que são a base da filosofia e religião hindu, e os Upanishads, que seriam como que comentários dos Vedas. Esse povo, conhecido inicialmente por árias, guardava em suas lembranças sua terra longínqua, criando também, nessa cultura as lendas de um paraíso perdido, a origem de todo o povo hindu. Esse paraíso perdido, muitos acreditaram ser a Lemúria, da qual falamos aqui.

A espiritualidade hindu

O povo da Índia esperava, pacificamente, a oportunidade de voltar para casa, tolerando, resignadamente, as mais diversas provas. Constituíram uma fé de profunda beleza, que até hoje percebe-se na atmosfera daquela região.

Conta-nos Léon Denis, no livro Depois da Morte, que, a religião primitiva da Índia era inteiramente patriarcal, pregava-se uma existência simples e pura, desprovida de paixões, e contato intenso com a natureza. Sua visão de um ser supremo era constituído pela ideia de dois elementos primordiais: Agni, o fogo, símbolo do eterno Masculino, ou espírito criador, e Soma, o licor do sacrifício, símbolo do eterno Feminino, Alma do Mundo, substância etérea. A união destes comporia o Zians, Deus, Ser Supremo. Segundo essa doutrina, o Ser Supremo, teria se divido para produzir novas formas de vida. Neste aspecto, é possível perceber a simbologia do deus Brahma, que teria criado os seres humanos a partir de sua própria constituição.

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O Bramanismo surgiu com os Anacoretos e Rishis, intérpretes da ciência oculta, da doutrina secreta dos Vedas. Possuíam já misteriosas capacidades, transmitidas de século em século, de que gozam ainda os faquires, ascetas que executam feitos de resistência e de suposta magia, e iogues, praticantes de yoga em níveis avançados.

A crença em seres espirituais que auxiliam os seres encarnados era presente na filosofia hindu. Têm-se os chamados Assouras, que seriam os espíritos superiores e os Pitris, as almas dos antepassados, que cercariam os chefes de família no momento de suas orações. Também existiam os Devas, auxiliares do Ser Supremo, forças vivas da natureza e qualidades morais.

O sistema religioso da Índia denomina-se Ária-Darma, onde não existem, em sua essência, comunidades especiais ou autoridades centralizadas, apenas a liberdade de sentimentos. O povo hindu dos primeiros tempos afirmava que teria trazido esse sistema de suas origens.

Krishna

Krishna foi um grande missionário enviado pelo Mestre, que renovou as doutrinas védicas, apoiando-se sobre as ideias da imortalidade da alma e de seus renascimentos sucessivos.

Inicialmente, a sociedade foi dividida em 3 classes, segundo o sistema ternário. Pouco a pouco, tal organização degenerou em privilégios sacerdotais e aristocráticos. Apesar da sua resignação e da sua filosofia, o povo hindu permitiu que o orgulho crescesse em seu coração, criando o regime de castas de forma a separar aqueles considerados superiores, os capelinos, daqueles que estavam iniciando sua marcha no planeta Terra, ainda muito ignorantes, e os que chegavam de outras regiões para ali habitar. Não tiveram compaixão com as raças mais primitivas, que seria a oportunidade, para os árias da Índia, de trabalho regenerador no auxílio dos seus irmãos, instituindo a separatividade. Os párias não poderiam sequer se aproximar dos demais membros da sociedade, sem que fossem severamente punidos. A mulher, livre e honrada nos tempos védicos, tornou-se escrava, e dos filhos só soube fazer escravos, igualmente.

O Culto e o ensino às massas se tornou repleto de ficções que cativam, auxiliando a conduzir o povo pelas vias da submissão. Estabeleceu-se o dogma da metempsicose, espantalho destinado a atemorizar os fracos. O ensino secreto se tornou a grande tradição esotérica que fornece sobre a alma e seus destinos, e sobre a causa universal, as mais puras e elevadas reflexões. Porém, não mais era acessível a todos.

Budismo

Nasce na Índia, com o príncipe Sidarta-Gautama, o budismo, sendo ele o primeiro Buda. O budismo prega que a ignorância é o mal soberano de que decorrem o sofrimento e a miséria. O principal meio para se melhorar a vida no presente e no futuro é adquirir-se o conhecimento.

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Um de seus conceitos principais é o Nirvana, já comentado um pouco aqui, definido no livro Depois da Morte como a conquista, pela alma, da perfeição, e a libertação definitiva das transmigrações e dos renascimentos no seio das humanidades.

Dentro do budismo existe a crença na comunicação com os mortos, denominado como Diana, que seria mesmo um estado de contemplação, de êxtase. O Espírito desdobraria e se comunicaria com as almas que deixaram a Terra.

Apesar de ter nascido na Índia, o budismo não e muito praticado por lá. Na verdade, a maior expressão budista se encontra nos outros países asiáticos atualmente, principalmente no Japão, onde mais de 70% da população pratica a religião.

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Por hoje é só, pessoal! Na próxima, vamos comentar sobre o povo que deu origem aos europeus. O que vocês estão achando? Deixem seu comentário! Até!

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4 comentários em “A Caminho da Luz – A Índia

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