A Caminho da Luz – Os egípcios

Oi pessoal! Como vão vocês? No post anterior, falamos sobre dois povos compostos por espíritos da Terra. Hoje, na nossa análise do livro A Caminho da Luz, vamos falar um pouquinho mais sobre os povos antigos, começando as civilizações que possuíam maioria de capelinos. Vamos começar pelos egípcios! (Adquira seu exemplar pela Amazon ou pela Livraria da Travessa)

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Estima-se que a primeira dinastia dos faraós tenha surgido por volta de 2900 a.C. Dos povos vindos de Capela, esse era o que menos possuía débitos e também o povo mais apaixonado pelo céu que o mundo já viu. O povo egípcio é conhecido, entre outras coisas, por ter um vasto número de deuses. Eram eles politeístas? Mais ou menos…

Conta-nos Emmanuel que, dentro dos círculos sacerdotais do Egito, era conhecida a ideia de um único Deus, Criador de tudo, Pai de todos os seres, mas que eles também conheciam as funções daqueles espíritos que auxiliavam Jesus nos cuidados da Terra. Então, como uma forma de homenagem, foram criados, no início, os diversos deuses, com as mais diversas funções. A cultura grega foi muito influenciada pela cultura egípcia, de onde tiraram muitos dos seus conceitos sacerdotais e mitológicos, como a diversidade de deuses. Mas os detalhes vão ficar para uma próxima postagem…

No livro Depois da Morte, de Léon Denis, o autor nos conta que a iniciação egípcia era pesada, cercada de numerosos obstáculos e muitos perigos, com provas físicas e morais longas e múltiplas. Os iniciados eram obrigados a guardar sigilo, razão pela qual as pessoas não iniciadas passaram a acreditar realmente em diversos deuses com o passar do tempo.

Os egípcios, como os hindus, possuíam a ideia da metempsicose, que consiste em um espírito, que já tenha encarnado em um corpo humano, poder reencarnar em um corpo de outro animal. Dentro da Doutrina Espírita, é explicado que isso não poderia ocorrer, uma vez que o espírito não regride, e encarnar um homem em um corpo animal seria um retrocesso. Mas a ideia faz sentido, se partirmos do ponto de que eles reencarnaram em corpos muito mais animalizados do que estavam acostumados no sistema da Capela.

Algo muito forte na cultura egípcia é o culto da morte. Eles viviam se preparando para o momento final, pois guardavam as lembranças e a esperança da sua saudosa casa, agora tão distante. Conheciam a realidade das diversas encarnações, da sobrevivência da alma e da comunicação possível com os mortos, surgindo, inclusive, os processos da mumificação. Eram conhecedores do poder psíquico, e muitas são as histórias sobre maldições antigas que teriam atingido pessoas em épocas mais recentes.

A mais famosa e intrigante é a maldição de Tutancâmon, citada no livro. Conta-se que esta foi a primeira tumba encontrada intacta, ou seja, que nunca tinha sido aberta desde o sepultamento do rei. Muitos tesouros foram encontrados e um avanço gigantesco para a arqueologia e egiptologia foi atingido. Porém, pouquíssimo tempo depois da descoberta, todos aqueles que estavam no momento da descoberta da tumba e entraram nela, morreram de causas estranhas. O próprio Lorde Carnarvon, financiador da pesquisa, teve um final trágico. Foi picado por um mosquito e arranhou a ferida ao fazer a barba, que infeccionou, provocando febre. Foi levado para o Cairo, onde morreu em consequência de uma pneumonia.

O espírito Ramatís fala, em um de seus livros, a respeito de magnetismos produzidos por esse povo, a fim de proteger os túmulos de seus mortos, e que elas realmente produziriam esse efeito, citando este caso do faraó Tutancâmon. Mas, então, por que as demais tumbas não produziram os mesmos efeitos? Bom, na verdade, essas outras tumbas já haviam sido profanadas e saqueadas, então não se sabe exatamente o que aconteceu com aqueles que primeiro entraram nelas e receberam toda a carga energética.

Além dos problemas com o magnetismo dos túmulos egípcios, também há relatos de mal funcionamento de aparelhos eletrônicos quando os aviões sobrevoam as regiões das necrópoles.

Os espíritos de Capela, encarnados como egípcios, começaram a perceber que seu tempo por aqui estava acabando, e que eles voltariam para seu saudoso lar. Então, os sacerdotes sugeriram a construção das pirâmides, para que seus conhecimentos fossem perpetuados para as próximas civilizações. Em suas paredes, podemos encontrar os escritos do livro sagrado deles, o Livro dos Mortos, onde está sintetizada toda a grandeza e beleza de sua cultura. As pirâmides estão localizadas na região cujo meridiano é aquele que atravessa mais continentes e menos oceanos de todo o globo, de onde se pode calcular “a extensão das terras habitadas pelo homem, a distância aproximada entre o Sol e a Terra, a longitude percorrida pelo globo terrestre sobre a sua órbita no espaço de um dia, a precessão dos equinócios, bem como muitas outras conquistas científicas que somente agora vêm sendo consolidadas pela moderna astronomia.”

Lembram-se que os espíritos falaram que Adão teria vivido mais ou menos há 4000 anos? Pois é, em uma de suas palestras, Haroldo Dutra Dias fala que essa foi a época da última “peneirada” dos espíritos vindos da Capela, onde muita gente voltou pra casa e muitos ficaram por aqui. É bem a época da construção das principais pirâmides do Egito. Após essa época, percebe-se que as tumbas passaram a ser subterrâneas, nada mais de pirâmides. Também é perceptível a mudança nas características do povo egípcio a partir de então.

A maioria daqueles que vieram de Capela, pertencente a nação egípcia, retornaram ao seu sistema querido. Mas ainda tiveram aqueles espíritos que, mesmo podendo voltar ao lar, quiseram retornar a Terra em outros momentos, a fim de auxiliar no seu progresso.

Caso interessante é o do francês Jean-François Champollion (1790-1832), conhecido como “o egípcio”. Homem de feições morenas, olhos amendoados e traços fisionômicos muito diferente dos de sua região de nascimento, foi uma criança com muitas dificuldades de comunicação. Levado pelo seu irmão para Paris, onde este estudava as recentes descobertas sobre o Egito, o menino impressionou a todos quando demonstrou que conseguia ler os hieróglifos. Quando adulto, foi o responsável por traduzir a Pedra de Rosetta, a partir da qual foi possível decifrar toda e qualquer escrita do Egito antigo. Hoje sabe-se, no meio espírita, que ele teria sido o grande faraó Ramsés II. A expositora Anette Guimarães fala um pouco dele nesse vídeo muito interessante (a partir de 48 minutos).

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(Cara de um, focinho do outro!)

O grande problema deste povo, segundo Haroldo Dutra, nos seus estudos sobre o livro A Caminho da Luz, foi a educação dos sentimentos. Como grandes conhecedores da mediunidade, muitas vezes acabavam dando vazão a essa faculdade, desvinculando-se das questões práticas da vida e esquecendo-se de educar os sentimentos.

Curiosidade: no livro Depois da Morte, de Léon Denis, o autor traz a seguinte informação sobre os hieróglifos:

Os hieróglifos tinham um triplo sentido e não podiam ser decifrados sem chave. A esses sinais aplicava-se a lei da analogia que rege os mundos: natural, humano e divino, e que permite exprimir os três aspectos de todas as coisas por combinações de números e figuras, que reproduzem a simetria harmoniosa e a unidade do Universo. É assim que, num mesmo sinal, o adepto lia, ao mesmo tempo, os princípios, as causas e os efeitos, e essa linguagem tinha para ele extraordinário valor.”

Interessante não? É isso aí, gente! O que vocês acharam desse pessoal? Deixem seus comentários! Até a próxima!

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4 comentários em “A Caminho da Luz – Os egípcios

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