A Caminho da Luz – Os Filhos da Terra

Oi gente! No post anterior, falamos um pouquinho sobre os nosso irmãos vindo de Capela.  Como vimos antes, as aglomerações humanas principais eram seis, quatro delas compostas, em sua maioria, de capelinos. Hoje, vamos falar um pouquinho sobre as outras duas aglomerações, compostas principalmente pelos espíritos que já se encontravam na Terra: os filhos da África e os filhos da Ásia. (Adquira seu exemplar de A Caminho da Luz pela Amazon ou pela Livraria da Travessa)

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Não há muitas informações a respeito da África no livro, mas esta é trazida como sendo a mãe de todos os povos. Atualmente, a teoria mais aceita entre os cientistas é a de que o ser humano que conhecemos surgiu, primeiramente, no continente africano, o que está em acordo com o que o livro nos diz. Emmanuel traz o povo africano como um povo corajoso, mas que acabou se acomodando às suas próprias raízes. Dessa forma, permaneceram reunidos em tribos, como ainda hoje podemos perceber nas comunidades que não sofreram com a aculturação, “colonizadas” pelos europeus.

Uma curiosidade: existe uma palavra africana, ubuntu, que é única no mundo, e significa algo como a compreensão de que você é somente um ser humano e que existem outros seres humanos, um reconhecimento da ideia de coletivo. Haroldo Dutra Dias conta, em uma de suas palestras, uma historinha de um estudioso que, visitando a África, se aproximou de um grupo de crianças e propôs a elas que, aquela que chegasse primeiro a um saco de doces que ele tinha amarrado em uma árvore, poderia ficar com todos eles. As crianças se deram as mãos e correram juntas até a árvore, ajudaram umas às outras a escalar a árvore, colocaram o saco de doces no chão e dividiram o conteúdo igualmente. O estudioso não conseguiu entender e foi falar com as crianças e elas lhe falaram “ubuntu”. Ou seja, elas tinham a ideia de que eram parte de algo muito maior e que deveriam cooperar entre si e se tratarem com igualdade, pois que uma não era melhor que a outra.

Passemos agora para a outra comunidade, a China.

Estudiosos estimam, hoje, o surgimento da civilização chinesa em, aproximadamente, 4000 a. C., devido aos artefatos arqueológicos que conseguiram encontrar. Porém, considerando que a civilização da Índia surgiu há aproximadamente 34.000 anos, segundo estudos atuais, a China deve ser mais antiga que isso, já que, segundo Emmanuel, a China já existia como civilização antes mesmo de chegarem aqui os espíritos vindos da Capela, com toda uma tradição cultural já estabelecida.

O primeiro grande nome chinês conhecido da humanidade é o de Fo-Hi, que, segundo a tradição chinesa, teria sido um imperador, reinando no século 29 a.C. Fo-Hi teria sido o primeiro emissário divino a encarnar entre os chineses, levando ensinamentos de grande pureza e elevada metafísica àquele povo. Após algum tempo, Jesus enviou, também, Confúcio (ou Kong-Fo-Tsé), por volta do século 5 a.C., a fim de preparar os caminhos do Evangelho para o povo chinês, retomando as ideias deixadas por Lao-Tsé, outro dos enviados de Jesus, que deixou sua sabedoria ao povo chinês.

Os chineses já possuíam a ideia da imortalidade, uma vez que cultuavam seus antepassados, cujas manifestações eram as provas da existência após a morte do corpo. Essa crença constituiu a fé desse povo.

A China, em sua maioria, adotou por religião o budismo, que nasceu na Índia, com o príncipe Sidarta-Gautama, que viveu no século 4 a.C. Um dos conceitos básicos da crença budista é o Nirvana, que, segundo Emmanuel, deve ser considerado como sendo a união permanente da alma com Deus, e não como sinônimo de quietude imperturbável. A interpretação errônea do Nirvana teria se tornado um grande obstáculo ao povo chinês, que acabou por se isolar do restante dos povos da Terra, cristalizando suas concepções e paralisando sua marcha evolutiva para grandes conquistas. Podemos ver, ainda hoje, que o espírito chinês permanece centrado em si mesmo, sendo que as mudanças estão ocorrendo aos poucos, devido aos processos de globalização. Tanto é que o maior conhecimento histórico trata apenas da parte ocidental do globo.

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Bom pessoal, hoje o post foi mais curtinho. Nos próximos encontros, vamos abordar as demais civilizações, agora as que possuíam a maioria de capelinos. Deixe seu comentário, quero saber sua opinião! Até a próxima!

3 comentários em “A Caminho da Luz – Os Filhos da Terra

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