A Caminho da Luz – Os Espíritos de Capela

Oi pessoal! Estamos aqui novamente para conversarmos sobre o livro A Caminho da Luz, ditado pelo espírito Emmanuel. No post anterior, falávamos sobre evolução dos seres vivos no planeta Terra, incluindo o ser humano. O autor nos conta, neste livro, que Jesus trouxe alguns espíritos de outro lugar para ajudar na evolução da humanidade, enquanto se aprimoravam moralmente. Mas isso nos remete àquela velha questão… existe vida fora da Terra? (Adquira seu exemplar de A Caminho da Luz pela Amazon ou pela Livraria da Travessa)

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Desde a Antiguidade, sabe-se que existem outros mundos além do nosso, e, portanto, essa dúvida é bem antiga. No Livro dos Espíritos, no Capítulo 3, sobre a Criação, Allan Kardec pergunta aos espíritos sobre essa coisa de vida em outros planetas, e eles respondem que sim,  e que não somos nós, os terráqueos, ou terrícolas, como muitos chamam no meio espírita, os primeiros em inteligência, bondade e perfeição, e que seria orgulho e vaidade acreditarmos que Deus só criou tudo o que existe no Universo para deleite de nossos olhos. Isso lembra uma frase do cientista Carl Sagan (1934-1996), quando diz que:

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Mas onde Jesus achou esse pessoal?

Existe uma estrela, chamada Capela, ou Cabra, que é a alfa da constelação do Cocheiro, uma estrela de primeira grandeza, que possui planetas girando ao seu redor, e fica a aproximadamente 42 anos-luz do nosso Sistema Solar. Isso significa que a luz dessa estrela leva aproximadamente 42 anos para chegar aqui.

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(Desconsiderem Marte no mapa, os planetas do nosso Sistema Solar não são considerados fixos no céu)

Na época em que os humanos estavam começando a dar seus primeiros passos, estavam acontecendo, no sistema da Capela, algumas transformações morais. O mundo deles estava passando para um novo estágio, e muitos espíritos não estavam de acordo com o ambiente novo. Desta forma, foi necessário encontrar um novo lar para esses espíritos, que fosse compatível com o nível moral deles, onde eles pudessem continuar sua evolução. Jesus, então, abriu os braços para esses espíritos e acolheu-os aqui na Terra. Diz-se que, todos aqueles que vieram da Capela, viram Jesus e ouviram suas palavras antes de reencarnar aqui na bolinha azul. Jesus prometeu que viria algum tempo depois, para auxiliar nos processos morais da Terra. Por isso é possível perceber, em inúmeras culturas antigas, as profecias da vinda de um salvador. Mas falaremos disso com mais calma quando abordarmos cada uma das civilizações.

Também percebe-se em diversas culturas a lenda de um paraíso perdido, que na cultura judaico-cristã é descrita na história do Jardim do Éden, onde Adão e Eva viviam felizes e, por terem provado do fruto proibido, da árvore do conhecimento do bem e do mal, foram banidos do paraíso, tendo que lutar para a sua sobrevivência. Foi o que aconteceu com os espíritos da Capela, que já viviam em um mundo tecnológica e intelectualmente muito mais avançado e foram levados a habitar um mundo onde nem existia uma civilização constituída ainda. Imaginem só, nós que estamos acostumados com ventilador, ar condicionado, fogão, geladeira, etc, ir parar num lugar onde ainda se come carne crua. É perder mesmo o paraíso!

Relacionadas a este fato, existem as lendas dos anjos caídos, do filhos de Deus, que se casam com as filhas da Terra, e muitas outras em todas as mitologias de todas as civilizações antigas.

Esses espíritos foram encarnando nas tribos e famílias já existentes, nas regiões mais importantes do globo naquela época. Esses seriam os ascendentes das etnias de pele branca, segundo Emmanuel, sendo que a maioria se estabeleceu na Ásia, muitos atravessaram o istmo de Suez para a África, na região do Egito (fica ali no Mar Vermelho) e alguns se encaminharam para a Atlântida.

A Atlântida é uma das terras lendárias, conhecidas como continentes perdidos. A primeira citação conhecida sobre este continente é de Platão, em suas obras “Timeu ou a Natureza” e “Crítias ou a Atlântida”. Este continente teria sido afundado a partir de cataclismos, devido a degeneração de seu povo. Aqueles em condições morais melhores, conseguiram se salvar, e passaram a habitar as terras mais próximas, especialmente na América, cujas terras surgiram a partir do afundamento da Atlântida. Muitos povos americanos possuem lendas que remetem ao afundamento da Atlântida, como os índios Dakota, nos Estados Unidos da América, que contam que seus antepassados vieram por mar, de terras submersas. O afundamento do continente também teria ajudado a formar a cordilheira dos Alpes e o estreito de Gibraltar.

Ainda referente ao livro Exilados da Capela, a lenda do dilúvio bíblico teria se referido ao rompimento do istmo de Gibraltar, formando o estreito de Gibraltar, já que houve uma inundação das terras pelo Mediterrâneo. Existem relatos de um dilúvio em diversas culturas antigas, indicando que isto, de fato, deva ter ocorrido.

Outro desses continentes perdidos é a Lemúria, que ficaria localizada no Oceano Índico, desde a ilha de Madagascar até onde hoje é a Austrália e a Polinésia, resquícios dessa terra. Os animais e a vegetação seriam muito diferentes do que conhecemos em outros continentes, e se formos buscar, podemos ver que na Austrália existem espécies que não se encontra semelhante em nenhum outro lugar, caso dos cangurus e ornitorrincos.

No livro Exilados da Capela, conta-se que seus habitantes adoravam fenômenos e imagens, tinham um princípio de sentimentos, ao contrário de terem apenas instintos, e conviviam em família. Assim como no caso da Atlântida, o desaparecimento da Lemúria se deveria à sua degeneração. Com o afundamento deste continente, teria surgido o restante das terras da Eurásia (Europa+Ásia) e a parte superior da África, que se encontravam submersas. Formou-se o Lago Tritônio, imenso, que, depois dos cataclismos que afundaram a Atlântida, tornou-se o deserto do Saara. Os sobreviventes, assim como no caso da Atlântida, se espalharam pelas terras mais próximas.

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(Seria mais ou menos assim o mapa múndi nessa época)

Atualmente, existem algumas pesquisas submarinas sobre esses continentes perdidos, tendo sido encontrados indícios de civilizações nas regiões onde teriam existido esses continentes.

Os capelinos, a partir de suas afinidades, formaram quatro grandes aglomerados: os árias, a civilização do Egito, o povo de Israel e as castas da Índia. Dos árias descendem a maioria dos povos considerados brancos, incluindo os latinos, gregos, celtas, germanos e eslavos. Lembrando que, habitando a bolinha azul, já existiam dois povos: os africanos, base de formação de todas as etnias, e os asiáticos, formando a China milenária.

No próximo post, vamos abordar um pouquinho dessas grandes massas humanas, suas contribuições e seus equívocos. Não deixe de comentar, quero saber sua opinião sobre esse assunto tão instigante!

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Até a próxima!

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