Os Mensageiros

Olá, pessoal! Como vão?

Hoje quero falar sobre uma obra importantíssima no meio espírita, a segunda da série A Vida no Mundo Espiritual: Os Mensageiros, de André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier. A edição mais recente é da FEB editora, com 326 páginas. (Você pode encontrá-lo pelo link: Amazon ou Livraria da Travessa)

Capa do livro Os Mensageiros, que tem dois vultos humanos, de uma criança e de um homem, andando por uma ponte, com nuvens como se estivessem pelo chão e outras pelo céu. Há uma foto de Chico Xavier no canto superior direito, com seu nome logo abaixo e com os dizeres "pelo espírito André Luiz" e "A Vida no Mundo Espiritual. No canto inferior direito, há o logo da FEB editora que se assemelha a um livro aberto com as letras FEB logo abaixo.
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Neste livro, André Luiz, já cidadão de Nosso Lar, mostra que deseja deixar o apego aos familiares encarnados e iniciar seus trabalhos no bem, mas ainda se encontra preso ao vitimismo, supervalorizando seu sofrimento pelas mudanças que aconteceram após seu retorno ao mundo espiritual. Assim é que Tobias, o amigo citado no livro anterior, indica-lhe os serviços no Centro de Mensageiros da colônia, um lugar dedicado a instrução e preparação de espíritos que reencarnarão com a tarefa da mediunidade.

Lá, André passa a conhecer novas histórias, incluindo a de Vicente, que será seu colega de trabalho e aprendizado na narrativa e que também fora médico na experiência terrena. São alguns capítulos dedicados a essas histórias, cada uma mais complicada que a outra, que faz com que o autor perceba como existem situações mais complicadas que a dele e como muitos são os que vem a falir quando encarnados, sendo o laço que os une a noção do que poderiam ter feito e não fizeram.

Essas pessoas que André encontra são, muitas vezes, médiuns que faliram na última existência e que novamente se preparam para a tarefa em mais uma oportunidade. São espíritos que haviam saído da colônia Nosso Lar com a responsabilidade da mediunidade e rodeados por recursos para cumpri-la, mas que, por diversas razões, tomaram outros caminhos.

Após um breve período se integrando com as pessoas presentes nesse Centro de Mensageiros, André e seu novo amigo, Vicente, junto com o instrutor Aniceto, partem para tarefas na Terra, entre os encarnados. No caminho, passam por uma instituição no Umbral mais pesado dedicada ao tratamento de espíritos ainda muito sofredores, sem condições de adentrarem uma colônia de padrão vibratório mais ameno. Nesse local, André conhece histórias ainda mais tristes, incluindo a de Alfredo, dirigente do instituto. Os trabalhadores conhecem as câmaras onde ficam os espíritos ali recolhidos e conta-nos André que muitos se encontram dementados e outros, dormindo, sofrendo com pesadelos terríveis, frutos das lembranças dos erros cometidos durante a encarnação recente.

Passado o tempo para refazimento, prosseguem os trabalhadores para a Terra, indo se estabelecer na casa de uma trabalhadora encarnada, que tem o hábito do Evangelho no Lar, e aqui André nos mostra a importância desse hábito em nossos lares. A casa é como um posto de socorro e refazimento para muitos irmãos desencarnados. Trabalhadores buscam ali recursos para as tarefas que necessitam realizar, sofredores são atendidos e encaminhados às instituições correspondentes, encontros entre encarnados e desencarnados acontecem, através do sonho.

Durante uma semana, a equipe de trabalho vai permanecer buscando recursos nesse lar e realizando suas tarefas. Entre elas, a de uma moça que desencarna e permanece presa ao corpo, por medo da morte e ilusões cultivadas durante a encarnação de como seria o mundo extrafísico. Também é narrado o processo de desencarne de um homem ainda apegado a materialidade e que é esperado por entidades sofredoras após o desencarne, que supunham conseguir dominá-lo então. Tal fato não acontece devido aos méritos de sua mãe, que vela por ele no momento do desencarne, a fim de levá-lo para recuperação e aprendizado em outro ambiente.

É interessante notar que toda a história do livro se passa no decorrer de apenas uma semana. Percebemos na obra a quantidade de trabalho que a espiritualidade consegue promover em tão curto tempo, e Emmanuel ainda avisa, em seu prefácio, que a obra trata-se de um relato incompleto, ou seja, ainda tem coisas que, por alguma razão, não compuseram o relato.

A mensagem principal do livro é de não dormirmos no ponto e aproveitarmos toda e qualquer oportunidade que se apresente para fazermos o bem e tentarmos nos melhorar. Ainda que o livro foque mais na questão dos médiuns, é um aviso que serve a todos nós, pois encontraremos do outro lado nada mais e nada menos do que o reflexo do que fomos na Terra.

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Curiosidade:

Há planos para a produção de um filme com base nessa obra, como continuação de Nosso Lar (seria “Nosso Lar 2 – Os Mensageiros”), com estreia prevista para 2020. Fique de olho! Mais informações aqui.

Existem dois vídeos super legais sobre essa obra no YouTube, ambas do programa espírita Livros que Iluminam. Links: Geraldo Campetti e Mayse Braga.

Você já leu esse livro? Gostaria de fazer algum apontamento? Críticas, comentários ou sugestões? Deixe seu comentário. Vou ficar muito feliz em receber seu recado!

Boas leituras!

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