Estudando Nosso Lar nº 4 – História e estrutura da colônia

Oi gente! Estamos aqui para mais um estudo da obra Nosso Lar (que tem sua resenha aqui), hoje abordando os capítulos 7, 8 e 9 dessa primeira obra da série A Vida no Mundo Espiritual, ditada por André Luiz e psicografada por Francisco Cândido Xavier. Se você ainda não viu os estudos anteriores, sugiro uma visita por lá. Você também pode adquirir seu exemplar pela Amazon ou pela Livraria da Travessa. As imagens aqui colocadas estão presentes no livro Cidade no Além, que você também pode adquirir na Amazon.

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No capítulo 7, André Luiz passa a conhecer um pouco mais da realidade da colônia Nosso Lar. Começa a perceber que no ambiente externo existem animais domésticos acompanhando transeuntes, aves de plumagem magnífica voando pelos céus e árvores e edifícios em muito semelhantes aos da Terra, algo que pode causar certa estranheza, já que estamos acostumados a pensar em um ambiente espiritual completamente diferente da experiência terrena.

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Porém, o que afligia André era a ausência de amigos e familiares, pois ainda não havia recebido qualquer visita desde que fora acolhido na colônia, mesmo seus pais tendo desencarnado antes dele. É então que Lísias esclarece que André ficou longo tempo no Umbral, mais de oito anos segundo a narrativa, sem ter a percepção de que a mãe pedira ajuda à colônia Nosso Lar, sendo atendida por Clarêncio, que passou a acompanhar pessoalmente o caso de André. Porém, foi necessário que o orgulho do médico da Terra diminuísse e desse lugar a humildade sincera de quem reconhece que errou e pede pela ajuda do Pai, para que ele próprio conseguisse enxergar aquele que estava ali para ajudá-lo.

Desejando, então, ver sua mãe e sabendo que ela se encontra, por méritos próprios, me colônia mais elevada, André pergunta a Lísias se seria possível esse encontro entre eles. O novo amigo responde que o desejo ardente e sincero já é meio caminho para a realização das empreitadas, mas que André deveria, além de desejar, saber desejar e merecer tal feito, ou seja, trabalhar para que aquele encontro pudesse acontecer.

Nesse capítulo, fica claro que todas as coisas que desejamos dependem de nós mesmos, ainda que tenhamos ajuda de outros. André precisou agir para ser socorrido quando estava no Umbral, ainda que a mãe tivesse intercedido por ele, e agora, precisaria agir para encontrar-se com a genitora. Conosco não é diferente! Já diz o ditado: Deus ajuda a quem cedo madruga. Precisamos nos movimentar e trabalhar para que aquilo que desejamos de bom nos aconteça.

No capítulo 8, André já posso excursionar ao lado de Lísias e começamos a descobrir um pouco mais sobre a estrutura de Nosso Lar. Ficamos sabendo que a colônia é organizada em 6 ministérios, cada uma contando com 12 ministros. Interessante notar que isso totaliza 72 ministros, que é a mesma quantidade de membros que o sinédrio (judeu) tem. Cada um dos ministérios fica em uma das pontas da estrela de Davi que compõe a plante de Nosso Lar, com a Governadoria em seu centro. Em outras comunicações recebidas por Chico Xavier, conta-se que os portugueses que fundaram a colônia Nosso Lar descendiam de judeus.

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Além disso, no próprio livro conta-se que, quando os fundadores de Nosso Lar chegaram àquela região espiritual, encontraram edificações típicas dos silvícolas que habitavam o Brasil de então, havendo no plano espiritual uma transformação de territórios com a chegada dos portugueses, assim como houve a transformação do plano físico, porém sem a violência que a nossa historiografia registra aqui na Terra. Isso mostra que as regiões espirituais seguem roteiros muito parecidos com os nossos, porém prevalecendo a fraternidade no lugar da nossa violência.

Voltando ao aspecto administrativo, Lísias conta que o governador de Nosso Lar está nessa função há 114 anos, isso quando o livro foi escrito. Supondo que a colônia não tenha trocado de dirigente desde então, esse mandato já dura 190 anos, algo impensável aqui na Terra, onde os interesses mesquinhos e individuais ainda se sobrepõem aos coletivos.

E é no capítulo 9 que vamos descobrir como foi o início do mandato desse governador, quando Lísias descreve os acontecimentos registrados nos anais da colônia espiritual. Conta-se que a população de Nosso Lar ainda estava habituada a alimentos mais grosseiros, parecidos com aqueles de quando se está encarnado. Desejando elevar os padrões da colônia e melhorar a experiência espiritual de seus habitantes, o governador resolveu abolir esse hábito, mudando a forma de absorção das energias necessárias através da água e de elementos próprios da atmosfera e dos raios solares. Apesar de o governador ter trazido companheiros de esferas superiores para ensinar os cidadãos a nova técnica, a decisão foi alvo de muitos protestos, inclusive de ministros, tendo até mesmo certo “tráfico” de comida por meio do intercâmbio entre os habitantes de Nosso Lar e os do Umbral. Foi apenas depois que a medida foi aplicada com energia, havendo inclusive a suspensão temporária de auxílio aos irmãos do Umbral e o uso da proteção magnética nas muralhas de Nosso Lar que os habitantes da colônia foram se adaptando e reconhecendo o benefício do novo hábito.

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Com isso, encerramos o texto de hoje, percebendo que até mesmo as colônias espirituais progridem e que o Bem é pacífico, mas não passivo. Ele age, porém dentro dos parâmetros de fraternidade. Além disso, a organização se mostra um dos aspectos a serem considerados na evolução.

Até a próxima e boas leituras!

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