Estudando Nosso Lar nº 5 – Água, música e sintonia

Oi pessoal! Hoje temos mais um estudo sobre a obra Nosso Lar, primeira da série A Vida no Mundo Espiritual, de André Luiz, psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. Você pode adquirir seu exemplar pela Amazon ou pela Livraria da Travessa. Dando continuidade, veremos aqui os capítulos 10, 11 e 12.

Adquira Nosso Lar

No capítulo 10, André vai passear de aeróbus, um veículo que parece se assemelhar, de alguma forma, a um bondinho, mas muito mais rápido, tanto que o amigo espiritual conta não conseguir observar a paisagem em seus detalhes, tamanha a velocidade do veículo. O autor também cita paradas a cada 3 km e 40 minutos para chegar ao seu destino (que não parece ser o destino final do veículo, mas apenas mais uma de suas paradas), ou seja, a colônia deve ser bastante grande.

O amigo e Lísias desembarcam no Bosque das Águas, lugar bastante romântico e tranquilo, onde muitos habitantes vão se refazer em suas forças e muitos casais tecem planos para futuras encarnações. O Bosque abriga o Rio Azul, peça importantíssima na colônia, pois são suas as águas canalizadas e distribuídas a todos os outros ambientes de Nosso Lar. Lísias explica a André (e também a nós) a grande importância das águas nas nossas vidas e como o homem da Terra ainda não se deu conta do valor dessa dádiva divina. O amigo expõe que a água possui facilidade em absorver energias, tanto boas como ruins, adquirindo determinadas qualidades de acordo com os habitantes da casa, por exemplo, podendo levar alimento e sensação de refazimento a outros. Aqui podemos relacionar o uso da água em casas espíritas, ao final das palestras e passes, ou em nossa casa, naquele banho que parece lavar junto a alma, na água do Evangelho no Lar.

bosque

(Desenho do Bosque das Águas)

Há ainda um experimento que ficou famosos, embora ainda sem comprovação científica, do fotógrafo e escritor japonês Masaru Emoto, em que volumes de água eram expostos a diferentes tipos de música, vozes de diferentes personalidades e até mesmo a papeis com sentimentos escritos. De acordo com as observações do fotógrafo, quando esses volumes eram congelados e seus cristais analisados, percebia-se que aquilo ao que a água fora exposta tinha papel determinante na forma do cristal. Assim, sentimentos, ambientes e pessoas com tendências positivas produziriam cristais de água mais bonitos, simétricos e elegantes. Ao contrário, quando expostos a coisas negativas, os cristais mal conseguiam se formar. Ainda não há comprovação científica desse experimento, como já foi comentado, mas diante do que é exposto em Nosso Lar, não seria absurdo pensar que isso possa, de fato, acontecer.

masaru-emoto-01

(Algumas das imagens coletadas por Masaru Emoto)

No capítulo 11, Lísias conta que a colônia de Nosso Lar se inspirou em outra, Alvorada Nova, para a composição de seus ministérios. na colônia vizinha, as divisões eram em departamentos, porém, os dirigentes de Nosso Lar acharam mais interessante o status de ministério, elevando, assim, a importância das tarefas por eles dirigidas. Alvorada Nova é a colônia que Cairbar Schutel descreveu em seu livro homônimo. (Você pode adquirir seu exemplar aqui)

Como comentado no estudo anterior, são seis os ministérios de Nosso Lar: Regeneração, Auxílio, Comunicação, Esclarecimento, Elevação e União Divina. Os quatro primeiros estariam mais ligados a assuntos da Terra e os dois últimos, a assuntos de planos mais elevados. Lísias explica que, em sua maioria, os espíritos que chegam à colônia são recolhidos nos Ministérios da Regeneração e do Auxílio, sendo o primeiro para os mais refratários e o segundo para aqueles mais aptos à cooperação fraterna. Após as primeiras adaptações à nova vida, os novos habitantes podem trabalhar nesses mesmos ministérios. Depois de algum tempo de trabalho, os espíritos de Nosso Lar são encaminhados para os Ministérios da Comunicação e do Esclarecimento, a fim de prepararem-se para futuras tarefas planetárias. Raros são os que são admitidos no Ministério da Elevação e mais raros ainda os que são adentramo  Ministério da União Divina.

ministerios

Outro fato interessante citado no capítulo é a presença constante de música em qualquer ambiente de Nosso Lar. Isso deve-se a percepção do governador da colônia de que a música intensifica o rendimento do serviço dos habitantes. Isso é algo que podemos já perceber aqui mesmo na Terra. Quantas vezes nos utilizamos da música para aliviar um tarefa não tão agradável, ou para podermos nos divertimos um pouco mais na atividade, ou mesmo para nos dar inspiração (eu mesma estou escutando música enquanto escrevo essa postagem)! Claro que nossas músicas nem sempre são elevadas e muitas vezes não tiramos todo o potencial que elas nos oferecem. Nas casas espíritas, em serviços de auxílio, a música é muito utilizada como forma de harmonização do ambiente. Muitas vezes, é a música que vai consolar ou enternecer aquele coração que não foi tocado pelas palavras apenas ditas. Vamos refletir um pouco mais sobre o papel da música em nossas vidas?

O capítulo 12 vai tratar dos ambientes umbralinos. Estamos muito habituados às imagens católicas de céu e inferno e esperamos o fogo após a morte para aqueles que foram maus e o céu maravilhoso para os que foram bons. E os que foram mais ou menos? A tradição católica fala de um purgatório, um lugar onde as almas ficam purgando seus pecados até que haja o Juízo Final.

Na obra, a gente tem a concepção de Umbral, uma zona vibratória, mais próxima à crosta terrestre, para onde vão os espíritos perturbados, com sentimentos de culpa e ainda apegados às facilidades da Terra. São aqueles que, por algum motivo, ainda não estão preparados para habitar paragens mais tranquilas. Foi o que aconteceu ao próprio André Luiz, lá nos primeiros capítulos (você pode recordar dando uma olhada no estudo nº 1), que ficou “vagando” pelo Umbral após seu desencarne, por ainda estar muito preso ao orgulho do médico que fora enquanto encarnado. Conta Lísias:

O Umbral funciona, portanto, como […] uma espécie de zona purgatorial, onde se queima a prestações o material deteriorado das ilusões que a criatura adquiriu por atacado, menosprezando o sublime ensejo de uma existência terrena. […] Há legiões compactas de almas irresolutas e ignorantes que não são suficientemente perversas para setem enviadas a colônias de reparação mais dolorosa, nem bastante nobres para serem conduzidas a planos de elevação.

Em obras posteriores, André Luiz vai descrever com mais detalhes muitas das zonas umbralinas que ele visita em grupos de auxílio e estudo.

Adquira Nosso Lar

Assim, encerramos o texto de hoje, conhecendo um pouco mais dos detalhes que permeiam a vida espiritual. Nos vemos na próxima!

Bons estudos e boas leituras!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: