A Caminho da Luz – Preparando um recomeço

Olá pessoal! Como vão vocês? Vamos continuar com os estudos sobre o livro A Caminho da Luz… No post anterior, vimos como foi o final da Idade Média, com todos os desacertos empreendidos pela instituição religiosa. Hoje vamos conversar um pouco sobre a preparação dos acontecimentos que se seguiram a esse período de trevas. (Adquira seu exemplar pela Amazon)

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Reencarnação dos povos

Cada nação tem uma característica própria, que é aproveitada pelos espíritos superiores na evolução da Humanidade, e essas coletividades retornam na forma de outras nações, a fim de que suas qualidades sejam úteis em novos avanços. O livro A Caminho da Luz descreve quatro nações que retornam em seis outras, dando uma ideia de como elas contribuiriam para o mundo que temos hoje.

Em Portugal e na Espanha, nações irmanadas, reencarnam os antigos fenícios. A Fenícia, que se localizava onde hoje é a região litorânea do Líbano, Síria e norte de Israel, possuía uma cultura comercial marítima. Aventureiros e apaixonados pelo mar, os antigos fenícios viriam a ser os descobridores e colonizadores, em maior parte, das terras além do Atlântico.

Em Paris e redondezas, reencarnariam os antigos atenienses que, com sua enorme paixão pelo saber, lançando novos ideais, novas formas de pensar, trazendo o Iluminismo, responsável pelas revoluções e lutas pela liberdade dos povos, presos sob os jugos despóticos de seus reis. Muitos artistas atenienses reencarnam, também, na Itália, promovendo um grande avanço em sua cultura e sua ciência.

Na Prússia reencarnaram os antigos Espartanos. Almas rebeldes e embrutecidas, deram origem ao que ficou conhecido como pangermanismo, uma ideologia de superioridade dos povos germânicos, que culminou no Nazismo.

Por fim, na Grã-Bretanha pousa a Águia Romana. A educação, a prudência e o amor às regras de Roma são evidentes no povo britânico, que voltam com grande importância no cenário mundial, a fim de retomar as rédeas que deixaram escapar enquanto romanos, e auxiliar as demais nações.

Pós-Idade Média

Apesar do desastroso desfecho das Cruzadas, as peregrinações foram muito úteis no desenvolvimento das civilizações europeias, especialmente no que diz respeito à sua submissão política às ordens da Igreja. Sendo as rotas em caminhos estrangeiros, estabeleceu-se facilmente o comércio entre os europeus e os demais povos, especialmente os árabes, que guardaram os ensinamentos dos grandes mestres gregos, esquecidos pelos europeus durante o período medieval, e possuíam ciência e tecnologias mais avançadas que as europeias. Nasceu a classe burguesa, pessoas que não possuíam títulos nobiliárquicos, mas que não viviam mais em regime de servidão como os camponeses, e tinham alguma propriedade privada. As transações comerciais deixaram de ser por escambo, qualquer tipo de troca, ou permuta, e passaram a ser utilizadas moedas. Em 1440 surge a imprensa, com Johannes Guttemberg e sua prensa móvel, que facilitou a disseminação de ideias e acelerou os processos de libertação.

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(Johannes Guttemberg)

Península Ibérica

No início do século XV, nasce em Portugal o infante Henrique de Sagres, reencarnação de Hilel, grande mestre judeu, avô de Gamaliel, que foi mestre de Saulo de Tarso. Funda a Escola de Sagres, uma grande escola de navegação, com o objetivo espiritual de descobrir a Terra de Vera Cruz, que viria a ser o Coração do Mundo, a Pátria do Evangelho, como diz o livro psicografado por Chico Xavier, de autoria de Humberto de Campo. Sobre o Brasil, falaremos mais detalhadamente quando for abordado esse livro.

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(Henrique de Sagres)

Novo Mundo

Muito se fala, especialmente no Brasil, que não teria como a nossa civilização “dar certo”, porque fomos formados de degredados europeus, criminosos, índios e escravos, ou seja, porque não fomos formados pela elite europeia. Porém, do ponto de vista espiritual, o Novo Mundo simboliza o recomeço, as novas possibilidades, o alívio da alma. Para cá vieram muitos degredados, perseguidos, que iam contra o que se pregava nas nações europeias, e muitas almas de boa vontade e exaustas das velhas lutas da ambição. Muitos espíritos reencarnaram no Novo Mundo, e reencarnam ainda, em busca de redenção, esperando se estabelecer em uma nova pátria, embasada na fraternidade e no amor.

Apesar de estar mais claro esse intento nas civilizações norte-americanas, já que seu modelo de colonização foi oposto ao que se viu nas colônias latinas, se olharmos com carinho e atentamente para a nossa pátria e nossos irmãozinhos hispânicos, conseguiremos perceber essa característica que diferencia essas nações das mães do Velho Mundo.

No próximo post, vamos falar sobre os movimentos reformistas religiosos no Velho Mundo. Deixe seu comentário, quero saber sua opinião sobre o assunto!

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Até a próxima!

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5 comentários em “A Caminho da Luz – Preparando um recomeço

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  1. Excelente explanação. Muito aprendizado virá com o movimento reformista ( Lutero/ Calvino) e a Contrareforma. Sou professora de História e agora posso aprender muito mais a luz do espiritismo. Obrigatda

    Curtido por 2 pessoas

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