Contos para que te quero

Um dos meus gêneros narrativos favoritos é o conto. As chances de eu me interessar por uma história nova aumenta se ela for um conto, minhas tentativas de escritas são com contos e até um dos meus livros preferidos é um conto (Um Conto de Natal, resenha nesse link). Porém, apesar de todo esse meu amor pelo gênero, eu nunca parei para falar especificamente dele. Foi assim que decidi reunir para vocês algumas das razões pelas quais o conto tem um espaço tão grande no meu coração (e quem sabe até convencer você a dar uma chance a ele, caso ainda não o tenha feito).

Sem distrações

Em um conto, você pega na mão do protagonista e vai com ele até o fim, sem ramificações para explorar outras personagens e suas complexidades. Por ter uma estrutura narrativa mais concisa, fica mais difícil se distrair no meio da história, especialmente tentando se recordar de nomes, pessoas e lugares que ficaram 100 páginas atrás.

Uma boa válvula de escape

Sabe quando um romance não está fluindo ou você só não está no clima para ele, mas não quer começar mais uma narrativa longa? Justamente por ser curto, o conto te leva para outro universo sem que você precise dividir sua atenção por muito tempo.

Dá para ler de uma vez só

Você vive uma história inteirinha na sala de espera do seu dentista, por exemplo. As chances de grandes interrupções durante a leitura de um conto são bem menores e dá até uma certa sensação de dever cumprido ao finalizar as últimas linhas assim tão logo.

Sempre cabe mais um

Os contos permitem que conheçamos mais autores novos, tanto por serem textos mais curtos e exigirem menor tempo de leitura, quanto pelo fato de que a maioria das pessoas começam a escrever por esse gênero narrativo. Existem diversos autores nacionais escrevendo lindamente e se publicando de forma independente, muitos presentes no Kindle Unlimited.

Para finalizar com sugestões, claro que eu não poderia deixar de mencionar meu autor preferido de todos os tempos, Machado de Assis, com os contos mais incríveis que já li na vida! Porém, se Machadinho não faz muito o seu tipo, deixo aqui o link para a resenha que fiz de Como se fosse um presente de Natal, último conto que li e que sintetiza muito bem todos os pontos que comentei por aqui.

E como eu não sou boba nem nada, vou fazer meu jabazinho aqui e dizer que eu também publiquei um conto! Ele saiu no livro InVerso em Prosa: 16 anos em muitas histórias, sobre o qual falei nesse post e você pode adquirir seu exemplar por esse link.

Você tem um conto ou contista preferido?

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